O Paraná celebra nesta quarta-feira, 22 de julho, o Dia Estadual de Combate ao Feminicídio, data marcada por caminhadas e mobilizações em diversas regiões do Estado em memória das vítimas de violência de gênero. Instituída em homenagem à advogada Tatianej Spitzner, morta em um caso de feminicídio em 2018, a data integra o calendário oficial paranaense e reforça a luta permanente contra a violência às mulheres.

Para a vereadora de Londrina, Lenir de Assis, o enfrentamento ao feminicídio exige compromisso contínuo do poder público. "Nenhuma mulher pode viver com medo. É dever do Estado prevenir a violência, acolher as vítimas, responsabilizar os agressores e garantir políticas públicas que protejam a vida das mulheres. O feminicídio não pode ser tratado como uma fatalidade, mas enfrentado como um grave problema social e de direitos humanos", afirma. Ela cita ainda os avanços do governo federal na área. A Operação Mulher Segura 2026, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e integrada ao Pacto Brasil contra o Feminicídio, resultou em 2.465 prisões e 3.442 medidas protetivas de urgência no Paraná nos primeiros 44 dias de execução, além de atendimento a 2.881 vítimas e centenas de ações educativas em municípios do estado.

"O Governo Lula tem ampliado investimentos na rede de atendimento, fortalecido as Delegacias da Mulher, os Centros de Referência e as Casas da Mulher Brasileira, além de garantir educação para combater o machismo desde cedo. Defender a vida das mulheres é defender direitos humanos, justiça social e igualdade. É essa luta que seguirá orientando o nosso mandato", conclui Lenir de Assis.