Dia Mundial do Meio Ambiente – Lenir de Assis destaca que não há justiça climática sem justiça de gênero
No Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, a vereadora e pré-candidata à deputada estadual Lenir de Assis (PT-PR) destacou que o enfrentamento às mudanças climáticas precisa estar diretamente associado à promoção da justiça de gênero.“As mulheres em situação de vulnerabilidade são as que mais sofrem com as consequências das mudanças climáticas, enfrentando enchentes, secas, ondas de calor, insegurança alimentar e a sobrecarga dos cuidados com suas famílias. São elas que lideram soluções locais, cuidam dos territórios e, ao mesmo tempo, têm menos voz nos espaços de decisão política”, afirmou Lenir de Assis.
A parlamentar participou, na COP30, de um painel sobre o tema ao lado da ministra das Mulheres, Márcia Lopes, da ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, e de outras autoridades.
“Já estamos vendo resultados desta discussão, como o Plano Clima do presidente Lula, que traz as estratégias Mulheres e Clima. É o reconhecimento de que mulheres negras, indígenas, rurais e periféricas, além de serem as mais impactadas pelas mudanças climáticas, também estão entre as que mais preservam o meio ambiente”, destaca Lenir de Assis. Ao longo de sua atuação parlamentar, Lenir de Assis tem defendido iniciativas que articulam proteção ambiental, qualidade de vida, justiça social e igualdade de gênero, contribuindo para reduzir os impactos das mudanças climáticas nas cidades, proteger os recursos hídricos e fortalecer a educação ambiental, a agricultura urbana e a segurança alimentar.
Conheça algumas dessas leis.
Soluções Baseadas na Natureza (Lei 13.341/2022): incentiva a adoção de medidas como jardins de chuva, telhados verdes e parques lineares para enfrentar desafios urbanos e ambientais.
Proibição do Fracking em Londrina (Lei 12.482/2016): impede a exploração de gás e óleo não convencionais por meio do fraturamento hidráulico, protegendo o solo e os recursos hídricos.
Política Municipal de Compostagem Permanente (Lei 13.845/2024): promove a transformação de resíduos orgânicos em adubo, fortalece a educação ambiental, incentiva a agricultura urbana e reduz o envio de resíduos para aterros sanitários.